quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Vídeo-aula sobre Reforma Religiosa - 7º Ano
Prezado (a) aluno (a), acima o vídeo sobre a Reforma Religiosa, é importante que você assista ao vídeo com atenção quantas vezes você considerar necessário até o ponto de entender o assunto.
Após a completa compreensão do assunto, iremos propor umas atividades que você deverá responder de acordo com o seu entendimento sobre o vídeo.
Tenha um bom estudo!!
Prof. Udison Brito Oliveira
Estª Joice da Silva Souza
Acadêmica do Curso de História - UFES
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
TRABALHO DE HISTÓRIA - 8º ANO
A LINHA DO TEMPO DOS DIREITOS
HUMANOS
OBJETIVO:
Esta segunda atividade busca
capacitar o aluno a construir uma linha do tempo dos Direitos Humanos, a partir
da apresentação de vídeos de situações reais de violações, combinado com a
leitura reflexiva de texto retirado de sítio da Internet.
DESENVOLVIMENTO:
Se é fato que Direitos Humanos
nascem com o homem e que as raízes de sua construção estão atreladas a origem
da História e a percorrem em todos os sentidos, também é fato que alguns fatos
históricos tiveram particular relevância nessa trajetória.
Nesta segunda fase de nossa
Atividade Estruturada, a proposta é a de você organize-se em duplas para efetuarem a leitura dos textos e em seguida completar a linha do tempo:
1.
Leia os seguintes textos encontrados no sítio DHnet – Direitos Humanos:
a) Anotações sobre a História Conceitual dos
Direito do Homem
http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/br/pbunesco/i_01_anotacoes.html
b) ETAPAS DA EVOLUÇÃO HISTÓRICA DOS DIREITOS
HUMANOS
http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/mundo/sorondo/sorondo5.htm
2. Depois de ler os textos, elabore UMA LINHA
DO TEMPO DA CONSTRUÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS, tendo como marco inicial o ano de
1789, data da Revolução Francesa, para isso deverão buscar em diversos sites de pesquisa na internet.
O resultado desta tarefa deve ser postado nos comentário por cada dupla.
Construção dos Direitos
Humanos – Linha do Tempo
1789 – A Declaração dos
direitos do homem e do cidadão da Revolução Francesa não considerava as
mulheres como possuidoras dos mesmos direitos dos homens e abriu caminho para a
Proclamação da República;
Logo após organiza-se os
Direitos de Primeira Geração, que consagram as liberdades civis e os direitos
políticos. São chamados “Direitos de Liberdade”.
1848 -
1894 –
1917 - São incluídos na
Constituição Mexicana;
1918 – São incluídos na
Constituição Russa;
1919- São incluídos na
Constituição da República de Weimar;
1934 - No Uruguai, são
incorporados na Constituição.
1945 -
1945 -
1948 –
1966 -
1966 -
1976 -
1979 -
1984 -
1993 -
1994-2004 -
1994 - Uma sessão de
emergência da Comissão de Direitos Humanos se reúne para responder ao genocídio
em Ruanda. (...)
1995 - A Declaração de Pequim,
na Conferência Mundial sobre a Mulher, declara que.......
1996 -
1997 - Mary Robinson ,
ex-Presidente da República da Irlanda, torna-se o segundo Comissariado das
Nações Unidas para os Direitos Humanos.
1998 -
1999 -
2000 -
2001 -
2003-2004 -
2003 -
2004 -
2005 -
2006 -
2009 -
Abaixo, clique no link onde você deverá encaminhar o trabalho de seu grupo pronto, ou caso queira pode encaminhar o e-mail: prof.udisbritto@gmail.com
Clique aqui para inserir sua linha do tempo
terça-feira, 30 de agosto de 2016
QUESTIONÁRIO - 7º ANO
Prezado (a) aluno (a),
Segue abaixo o link para que você possa responder ao questionário avaliativo, porém oriento que tenha muita atenção na resolução das questões, antes de salvar e enviar suas respostas, confira, pois eu avaliarei apenas a primeira resposta que você encaminhar.
Informo que o questionário possui peso de 10 pontos.
Tenha bom estudo.
Prof. Udison Brito Oliveira
QUESTIONÁRIO
Segue abaixo o link para que você possa responder ao questionário avaliativo, porém oriento que tenha muita atenção na resolução das questões, antes de salvar e enviar suas respostas, confira, pois eu avaliarei apenas a primeira resposta que você encaminhar.
Informo que o questionário possui peso de 10 pontos.
Tenha bom estudo.
Prof. Udison Brito Oliveira
QUESTIONÁRIO
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Questionário Avaliativo 8º ano
ATENÇÃO ALUNOS:
PARA RESOLVER AS QUESTÕES, ESTEJA ATENTO A LEITURA DO LIVRO E DAS ANOTAÇÕES NO CADERNO.
TENHA CUIDADO PARA NÃO SALVAR O QUESTIONÁRIO ANTES DE RESPONDER CUIDADOSAMENTE TODAS AS QUESTÕES, POIS APÓS SALVAR NÃO SERÁ MAIS POSSÍVEL EDITÁ-LAS.
AGORA VOCÊ PODE COMEÇAR A RESPONDER.
CLIQUE AQUI
PARA RESOLVER AS QUESTÕES, ESTEJA ATENTO A LEITURA DO LIVRO E DAS ANOTAÇÕES NO CADERNO.
TENHA CUIDADO PARA NÃO SALVAR O QUESTIONÁRIO ANTES DE RESPONDER CUIDADOSAMENTE TODAS AS QUESTÕES, POIS APÓS SALVAR NÃO SERÁ MAIS POSSÍVEL EDITÁ-LAS.
AGORA VOCÊ PODE COMEÇAR A RESPONDER.
CLIQUE AQUI
segunda-feira, 21 de março de 2016
sexta-feira, 18 de março de 2016
quarta-feira, 16 de março de 2016
terça-feira, 14 de outubro de 2014
sábado, 13 de abril de 2013
Por que o tomate está tão caro?
O preço do tomate é um desastre. Um
desastre aéreo. Não pela gravidade da coisa, mas pela causa: o
responsável foi uma “combinação de fatores” – a explicação clássica para
as quedas de avião.
O primeiro fator é o mais inusitado: um dos culpados pelo tomate caro demais é o tomate barato demais.
Vamos voltar quatro anos no passado, quando o quilo do
tomate a R$ 10 ainda era algo tão distante quanto o teletransporte. Uma
caixa com 25 quilos estava saindo por R$ 40 nos centros de distribuição.
Era um preço do tipo “bom para ambas as partes”: baixo o bastante para
ninguém reclamar e alto o suficiente para fomentar a produção. Os
agricultores aumentaram as áreas de cultivo de tomate. A oferta bombou.
Mas aí veio o primeiro revés: a demanda não acompanhou. E o preço foi
pras cucuias: em 2010 já tinha caixa a R$ 8.
Ótimo para uma das partes, a que compra. E péssimo para a
outra. Tinha agricultor jogando caixa de tomate fora – se gastassem com o
transporte delas ficariam no prejuízo. Era o crash tomateiro. Depois
dessa, as fazendas diminuíram as áreas de plantio de tomate. Natural.
E a oferta minguou. Mas foi bom: com menos tomate no mercado, o preço
voltou a um patamar mais aceitável para quem planta – uns R$ 30 a
caixa. Só que aí aconteceu algo ruim: uma safra boa. Pois é, a economia
agrícola às vezes funciona de cabeça pra baixo.
Uma safra boa pode ser algo ruim quando começa a sobrar
produto no mercado. Começou a sobrar tomate. E os preços afundaram – de
volta para a faixa dos R$ 10; um valor
além da linha vermelha, do ponto de vista dos agricultores. E tome mais
prejuízo, mais caixa de tomate abandonada e mais frutos apodrecendo na
fazenda, já que nem valia a pena colher.
E o o que aconteceu? Diminuíram mais ainda as áreas de plantio, claro. Pra que gastar dinheiro
plantando o que não dá retorno? Em Goiás, por exemplo, reservaram 40%
menos terras para o tomate. É do jogo. Isso diminuiria a oferta, faria o
preço subir, e o lucro dos produtores voltaria.
Só que entrou um elemento totalmente inesperado nessa história: um ataque de bactérias.
As bactérias que infestam os tomateiros crescem e se multiplicam
quando chove demais. Choveu demais. O índice de mortalidade da tomatada
aumentou. E a produção despencou: algumas fazendas colheram só um terço
do que esperavam.
Tudo isso numa realidade em que as áreas de plantio já estavam bem
menores só podia dar numa coisa: o tomate de ouro. Ele ficou raro a
ponto de o preço da caixa bater em R$ 150 nos centros
de distribuição (dá R$ 6 o quilo, o que nas feiras e supermercados acaba
virando R$ 10 fácil); um aumento de 1.775% comparado com 2010. Foi o
que alimentou um momento histórico: a estreia dos hortifrutigranjeiros
no mundo dos memes.
Mas ok. Foi uma situação atípica. E o tomate a preço de
ouro é justamente quem vai trazer de volta o tomate a preço de tomate:
vai estimular os produtores a aumentar as áreas de cultivo. E a
tempestade ficará pra trás.
Mas não. Isso não vai ser a salvalção da lavoura.
O preço do tomate pode ter sido circunstancial. Mas a inflação dos
alimentos – e de todas as outras coisas – não. Ela não tem nada de
circunstancial. É generalizada. E contínua. E só existe porque hoje há mais dinheiro
em circulação do que o país dá conta. Ou seja: mais do que a nossa
capacidade de produzir coisas para serem compradas com esse dinheiro. A
culpa, em última instância, não é de quem produz o tomate (ou a pizza,
ou as quitinetes de R$ 1 milhão). É de quem produz o dinheiro: o
governo.
A verdade é que só políticas econômicas desastradas
conseguem causar inflações de dois dígitos – e a inflação dos alimentos
fechou 2012 em 14%. Mas não espere que o governo assuma isso. Como
escreveu Milton Friedman, meu economista preferido:
“Nenhum governo aceita que é o responsável por uma inflação. Sempre
arranjam alguma desculpa – comerciantes gananciosos, sindicatos turrões,
consumidores compulsivos, árabes, a chuva. Sem dúvida que comerciantes
são gananciosos, sindicatos são duros, consumidores são compulsivos,
árabes aumentam o preço do petróleo e, de vez em quando, chove mesmo.
Todos esses agentes têm como produzir preços altos para certos itens;
mas não são capazes de fazer isso com tudo o que existe. Eles até podem
causar subidas e descidas temporárias na taxa de inflação. Mas não têm
como dar início a uma inflação contínua. Por um motivo simples: nenhum
desses supostos culpados pela inflação tem as impressoras que produzem
aquilo que a gente carrega na carteira.”
Esse texto do Friedman tem quase 40 anos. E continua mais atual do que qualquer meme.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
PREENCHENDO QUADRO COMPARATIVO
Bom dia alunos do 6º ano.
Segue orientações para pesquisa e preenchimento do Quadro Comparativo sobre a diversidade cultural dos grupo indígenas do Brasil.
O objetivo dessa atividade é identificar as particularidades e diferenças dos povos indígenas brasileiros e compreender o conceito de etnia.
Organizados em duplas, devem acessar as páginas da internet abaixo, extraindo informações, que são solicitadas no quadro comparativo, como população, região em que habitam, língua, principais mitos, organização social, atividades econômicas, cultura imaterial e histórico do contato como os povos não-indígenas.
Você será avaliado durante todo o processo, desde a pesquisa até o preenchimento completo do quadro.
Todos os sites a seguir tratam da questão indígena, reunindo documento, textos, imagens e informações sobre a situação atual. É só clicar sobre o link e você terá acesso as informações.
FUNAI - Fundação Nacional do ÍndioMUSEU DO ÍNDIO
ONG - Instituto Socioambiental
CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIO
MAE - Museu de Arqueologia e Etnologia
Diversos povos indígenas
FUNDAÇÃO MUSEU DO HOMEM AMERICANO
Instituto do Patrimônio Histórico e Artistico Nacional - IPHAN
MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI
Tribos brasileiras
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
BOA NOTICIA
Polo moveleiro abre 1. 370 vagas
Complexo em Pinheiros e polo em Pedro Canário terão investimento de R$ 107 milhões
Pinheiros, município do extremo Norte capixaba, ganhará uma fábrica de MDF (painel produzido com fibras de madeira e resina), matéria-prima da indústria moveleira. O investimento, financiado por 48 empresários da região Norte do Estado, será de R$ 100 milhões. O início da operação está marcado para janeiro de 2015. Entre empregos diretos e indiretos, serão 1.370 postos. O protocolo de intenções foi assinado ontem no Palácio Anchieta.

Complexo em Pinheiros e polo em Pedro Canário terão investimento de R$ 107 milhões
Pinheiros, município do extremo Norte capixaba, ganhará uma fábrica de MDF (painel produzido com fibras de madeira e resina), matéria-prima da indústria moveleira. O investimento, financiado por 48 empresários da região Norte do Estado, será de R$ 100 milhões. O início da operação está marcado para janeiro de 2015. Entre empregos diretos e indiretos, serão 1.370 postos. O protocolo de intenções foi assinado ontem no Palácio Anchieta.A unidade terá capacidade para produzir 15 mil metros cúbicos de MDF por mês. Grande parte dessa produção irá para o Polo Moveleiro de Linhares, que tem uma demanda de 12 mil metros cúbicos de painéis por mês. A expectativa dos investidores é de que o MDF fabricado no Estado saia 10% mais em conta do que os que vêm de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, atuais fornecedores dos moveleiros capixabas.
Luis Cordeiro, presidente do Conselho de Administração da Placas do Brasil, disse que empresa já nasce de olho na primeira e na segunda ampliação. "O primeiro módulo terá 15 mil metros cúbicos de capacidade; no segundo, serão mais 15 mil metros; na terceira, podemos ampliar em mais 30 mil metros cúbicos. Tudo isso nos próximos 10 anos. Temos área (o terreno terá 600 mil metros quadrados) e mercado para isso", disse Cordeiro, que quer atender ao mercado nordestino já a partir do segundo momento.
Agregar valor também está na lista de prioridades. "Cerca de 20% de nossa produção serão de laminados, ou seja, acabamento. Vamos aproveitar o complexo gás-químico que será construído em Linhares", destacou Cordeiro, referindo-se à melamina (usado na produção de MDF) e ao ácido acético (matéria-prima de tintas e vernizes) que serão fabricados pelo complexo da Petrobras.

Logística
Além da fábrica de MDF, o pool de empresários investirá R$ 7 milhões na construção de um polo logístico moveleiro em Pedro Canário, município vizinho de Pinheiros.
O complexo, que receberá e enviará à fábrica a madeira usada no processo de fabricação do MDF e distribuirá à clientela a produção da unidade de Pinheiros, terá retroárea de 600 mil metros quadrados para as empresas moveleiras que quiserem instalar-se ali.
Novas áreas para desbravar
Políticos e empresários que participaram da assinatura do protocolo de intenções da Placas do Brasil exaltaram a ida da indústria para o extremo Norte do Estado. O governador Renato Casagrande era um dos que se mostrava muito satisfeito com a decisão. "Temos de brigar pela descentralização econômica do Espírito Santo. Vamos ajudar no que for necessário".
Marcos Guerra, presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), foi outro a exaltar o lado social da decisão. "Não adianta ter um município rico e o entorno todo pobre. Vamos ajudar na formação de mão de obra".
Luis Cordeiro, presidente do conselho da Placas do Brasil, foi mais pragmático ao explicar a decisão de não construir a fábrica em Linhares, grande polo moveleiro do Estado.
"O metro quadrado em Linhares está caro. Além de precisarmos de grandes terrenos para logística e para a fábrica, precisamos de grandes áreas para a produção de madeira. São 28 mil metros cúbicos por mês de madeira".
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
RECUPERAÇÃO FINAL - POLIVALENTE
CONTEÚDOS PARA PROVÃO DE HISTÓRIA
PROFº UDISON BRITO
7º ANO
· Capítulo 7 – O Renascimento cultural
· Capítulo 8 – A Reforma Religiosa
· Capítulo 9 – O Estado absolutista europeu.
CONTEÚDOS PARA PROVÃO DE HISTÓRIA
PROFº UDISON BRITO
8º ANO
· Capítulo 7 – A independência na America espanhola
· Capítulo 8 – A independência na América portuguesa
· Capítulo 12 – O Primeiro Reinado.
CONTEÚDOS PARA PROVÃO DE HISTÓRIA
PROFº UDISON BRITO
9º ANO
· Capítulo 7 – Brasil: a crise da República Oligárquica.
· Capítulo 8 – Vargas no poder.
· Capítulo 9 – A Segunda Guerra e a queda de Vargas.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
RESPOSTAS DAS QUESTÕES DA AVALIAÇÃO - 9º ANO
Todos os alunos devem estudar as questões da avaliação escrita, preparando-se para avaliação de recuperação oral.
Respostas:
1.
| | Fonte 1 | Fonte 2 |
| Autor | Washington Luís | Tasso Fragoso |
| Cargo | Presidente da República | General |
| Data | 09/10/1930 | 24/10/1930 |
| Tipo de fonte | Manifesto | Telegrama |
| Principal fato narrado | O início da revolução de 1930 e a ação do governo para debelar o movimento. | A derrubada do governo de Washington Luis, marcando o início da Era Vargas |
2.
a) Não. O primeiro texto denuncia o movimento de 1930 como sanguinário, criminoso e arquitetado sem justificativas e no anonimato. O segundo, ao contrário, declara que a ação militar que depôs o governo teve um caráter patriótico, evitou o derramamento de sangue e garantiu, com apoio popular e sem agitações, a transferência do poder para o novo governo.
b) No primeiro texto a intenção é obter apoio popular, criando um sentimento geral de oposição ao movimento. No segundo, a intenção é comunicar a vitória do movimento.
c) Resposta pessoal.
d) Não, pois o movimento de 1930 foi vitorioso e o presidente Washington Luís foi deposto pelos militares.
3. alternativas a, d, e.
4. Há várias respostas para essa pergunta. Vários historiadores consideram o movimento de 1930 revolucionário, por acreditarem que depois de 1930 houve uma alteração profunda na estrutura política, econômica e social do país. Outros recusam a idéia, vendo o movimento apenas como uma troca de elites no poder. O importante na questão, portanto, é o aluno se posicionar diante dos acontecimentos, apresentando argumentos coerentes.
5.
a) Entre os motivos, destacam-se: uma programação destinada a atingir o grande público, com uma linguagem mais fácil e objetiva; o interesse em dinamizar a venda de produtos; e a criação de um meio de comunicação acessível aos analfabetos.
b) Para as grandes empresas interessava a formação de uma ampla rede de divulgação que pudesse tornar suas mercadorias mais conhecidas. O rádio possibilitava, de forma simultânea, acesso a um grande número de pessoas, de diferentes grupos sociais. O governo, por sua vez, transformou o rádio num instrumento de propaganda política.
c) Com a difusão do rádio, esse veículo tornou-se, para grande parte da população, o mais importante meio de entretenimento e informação.
6. b -1, c – 2, d – 3, a – 4
7.
| O ESTADO NOVO |
| Área política: centralização política, supressão das liberdades democráticas. |
| Área econômica: incentivo á indústria de base, criação de empresas estatais. |
| Área social: controle do movimento sindical, elaboração da CLT. |
8.
a) Ary Barroso b) Aquarela do Brasil. c) 1939. d) Francisco Alves.
9.
a) Várias são as possibilidades: coqueiro, mulato inzoneiro, terra de Nosso Senhor, morena sestrosa, lindo e trigueiro.
b) A letra da música exalta o Brasil. A frase do aluno, provavelmente, deve seguir pelo mesmo caminho. Mas, possivelmente, alguns irão preferir elaborar frases mais críticas, questionando os símbolos nacionais.
c) A música tem função de enaltecer a pátria, bem de acordo com a ideologia ufanista do Estado Novo.
d) Esta atividade incentiva o aluno a utilizar variadas linguagens para expressar suas idéias. Auxilie, assim, os alunos a fazerem seu desenho, ilustrando, da melhor maneira possível, a música de Ary Barroso.
e) Na Era Vargas, a produção cultural brasileira foi intensa. Por um lado, o próprio governo estimulou e patrocinou várias iniciativas voltadas a despertar ideais nacionalistas e criar uma identidade entre o governo e a cultura brasileira. Muitas eram realizadas em praça pública, atingindo centenas de pessoas. Por outro lado, foi intensa também a produção cultural em áreas como literatura, música e artes plásticas.
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