segunda-feira, 2 de julho de 2018

7º ano - Conceitos importantes para avaliação


DATA DAS AVALIAÇÕES:
7º A M - 03.07.18 (TERÇA FEIRA)
7º B M - 03.07.18 (TERÇA FEIRA)

• Sobre o Islamismo:
- Saber que na religião islâmica o Ramadã é um evento no qual os muçulmanos não comem nem bebem nada, do nascer até o pôr do sol, já que é um mês de comemoração pela revelação do livro sagrado da religião.
- Saber que no Cristianismo temos um conceito parecido com o do ramadã, pois trata-se da Páscoa. Vale destacar que os cristãos também adotam um período de restrições na alimentação como parte de seus rituais de celebração da religião.
 Que dentre as obrigações da religião islâmica, inclui-se respeitar os princípios da religião presentes no Alcorão e também no hadith. Além disso, existem outros princípios básicos da religião: o shahadah (guarda do sábado como dia sagrado), as cinco orações diárias, a contribuição do Zakat e a peregrinação a Meca.

-Compreender que Maomé é o profeta da religião muçulmana, que recebeu uma revelação do arcanjo Gabriel, onde foi-lhe revelado que há apenas um Deus que é Alá, que por causa disso As autoridades de Meca passaram a perseguir Maomé. Por causa disso, ele e seus seguidores foram obrigados a abandonar a cidade de Meca em 622, indo para a cidade de Yathrib (Medina – atualmente). Esse episódio ficou conhecido como Hégira.
- As cidades desempenhavam um papel importante na vida do Império muçulmano. Era nelas que se administrava o governo e também ocorriam os negócios dos comerciantes muçulmanos. As cidades também desempenhavam um papel religioso importante, sendo o local das preces.
- Um dos exemplos da arte islâmica era a ornamentação das mesquitas, com mosaicos, arabescos e versos em caligrafia árabe.
- A literatura muçulmana era bastante rica e diversificada. Uma das obras mais conhecidas é As mil e uma noites, composta de diferentes histórias e tradições árabes.
- Avicena e Averróis são dois exemplos de pensadores muçulmanos que propuseram novas teorias e conhecimentos no interior do Império muçulmano.
- Os muçulmanos disseminaram inúmeros conhecimentos técnicos durante a Idade Média,tais como a bússola ou a fabricação do papel. Além disso, foram responsáveis pela divulgação de novas idéias filosóficas, de geometria, medicina, astronomia e botânica.
- Ter a compreensão de que a religião islâmica desenvolveu-se inicialmente na Península Arábica, se expandindo para a Ásia, Europa e África posteriormente; Tendo como Meca seu principal centro sagrado.
- O Alcorão ou Corão é o livro sagrado dos muçulmanos.

Saber os conceitos das culturas e reinos africanos estudados como:
  Wangara: Mercadores que comercializavam ouro, sal, cobre e nozes de cola.
  Baobá: árvore típica das savanas africanas.
Griots: contadores de histórias.
Lubatas: aldeias.
Mani Congo: Senhor do Congo.
Zimbu: pequenos búzios que serviam como moedas.
Sahel: borda do deserto.
Mansa: significa rei no idioma congolês.
  Antes da chegada dos brancos europeus à África, as tribos, reinos e impérios negros africanos já praticavam o escravismo, porém em um modelo diferente dos europeus.
  Antes da chegada dos brancos europeus à África, as tribos, reinos e impérios negros africanos já praticavam o escravismo, porém em um modelo diferente dos europeus.Diogo Cão foi o colonizador português que dominou o Reino do Congo.

sábado, 31 de março de 2018

8º ANO MATUTINO - EMEF "TITO DOS SANTOS NEVES"

ATENÇÃO PARA A AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA
DATA: 02.04.18
- Importante observar e compreender que o mapa registra as grandes navegações iniciadas por Portugal e Espanha no século XV, tendo os oceanos Atlântico e Índico como principais rotas, para se chegar à Índia, considerada a principal fonte de especiarias.
- A rota que os portugueses seguiram foi o contorno do continente africano, navegando pelo Atlântico, sendo que os espanhóis viajaram na direção Oeste, acreditando na teoria da esfericidade da Terra.
- A precoce centralização política da monarquia portuguesa e a experiência que os portugueses desenvolveram nas atividades pesqueira e comercial, que permitiram o acúmulo de conhecimentos na arte de navegar e a formação de uma próspera burguesia mercantil.
- Precisa compreender que a civilização maia desenvolveu-se em terras da América Central e do sul do atual México. Que o cultivo do milho era a base da economia e da alimentação dos maias.
Os maias construíram um grande império, formado de povos submetidos pela guerra.
Os Incas viveram na região da Cordilheiras do Andes, na América do Sul.
- A colonização da América espanhola se caracterizou pela existência de várias formas de trabalho compulsório, dentre as quais a Encomienda que concedia ao colonizador o controle dos nativos para que eles trabalhassem em suas propriedades e a Mita, que obrigava as aldeias indígenas a enviarem trabalhadores para o serviço nas minas.


sábado, 24 de fevereiro de 2018

Questões 8º ano 2018

Questões para os alunos do 8º ano 2018!
Responder no caderno, para as aulas dos dias 26.02 a 02.03.

domingo, 10 de setembro de 2017

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Tópicos importantes 6º A Matutino

Prezados (as) alunos (as), segue abaixo alguns tópicos que são importantes revisarem como mecanismo de preparação para a avaliação. 
Tais orientações servem para os (as) alunos (as) da EMEF "Tito dos Santos Neves".

Bom estudo a todos!
Prof. Udison Brito Oliveira




segunda-feira, 3 de julho de 2017

Conceitos importantes sobre os conteúdos estudados com o 8º ano

Prezados (as) alunos (as), segue abaixo alguns tópicos que são importantes revisarem como mecanismo de preparação para a avaliação. 
Tais orientações servem para os (as) alunos (as) da EMEF "Tito dos Santos Neves".

Bom estudo a todos!
Prof. Udison Brito Oliveira








domingo, 2 de julho de 2017

Conceitos importantes do Capítulo 1 - Guerras e revoluções na Europa - 9º ano

Tópicos importantes do Capítulo 1 - Guerras e revoluções na Europa - 9º ano.

Prezados (as) alunos (as), segue abaixo alguns tópicos que são importantes revisarem como mecanismo de preparação para a avaliação.
Tais orientações servem  para os (as) alunos (as) da EMEF "Tito dos Santos Neves".

Bom estudo a todos!
Prof. Udison Brito Oliveira






sábado, 1 de julho de 2017

Conceitos importantes - AVALIAÇÃO 7º ANO - 2º TRIMESTRE

Prezados (as) alunos (as), segue abaixo alguns tópicos que são importantes revisarem como mecanismo de preparação para a avaliação.
Tais orientações servem tanto para os (as) alunos (as) da EMEF "Tito dos Santos Neves", quanto da EMEF "Dr. Emir de Macedo Gomes".

Bom estudo a todos!
Prof. Udison Brito Oliveira





sexta-feira, 28 de abril de 2017

Tópicos importantes dos Capítulos 1 e 2 - 7º ano

Prezados (as) alunos (as), segue abaixo alguns tópicos que são importantes revisarem como mecanismo de preparação para a avaliação.
Tais orientações servem tanto para os (as) alunos (as) da EMEF "Tito dos Santos Neves", quanto da EMEF "Dr. Emir de Macedo Gomes".

Bom estudo a todos!
Prof. Udison Brito Oliveira













quarta-feira, 22 de março de 2017

Boa tarde prezados (as) alunos (as) do 9º ano da EMEF "Dr. Emir de Macedo Gomes", segue o link para que possa fazer download do material em power point para confecção dos trabalhos em grupo.

Para baixar o arquivo clique aqui

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Vídeo-aula sobre Reforma Religiosa - 7º Ano


Prezado (a) aluno (a), acima o vídeo sobre a Reforma Religiosa, é importante que você assista ao vídeo com atenção quantas vezes você considerar necessário até o ponto de entender o assunto.

Após a completa compreensão do assunto, iremos propor umas atividades que você deverá responder de acordo com o seu entendimento sobre o vídeo.



Tenha um bom estudo!!

Prof. Udison Brito Oliveira


Estª Joice da Silva Souza

Acadêmica do Curso de História - UFES


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

TRABALHO DE HISTÓRIA - 8º ANO

A LINHA DO TEMPO DOS DIREITOS HUMANOS
OBJETIVO:
Esta segunda atividade busca capacitar o aluno a construir uma linha do tempo dos Direitos Humanos, a partir da apresentação de vídeos de situações reais de violações, combinado com a leitura reflexiva de texto retirado de sítio da Internet.


DESENVOLVIMENTO:
Se é fato que Direitos Humanos nascem com o homem e que as raízes de sua construção estão atreladas a origem da História e a percorrem em todos os sentidos, também é fato que alguns fatos históricos tiveram particular relevância nessa trajetória.
Nesta segunda fase de nossa Atividade Estruturada, a proposta é a de você organize-se em duplas para efetuarem a leitura dos textos e em seguida completar a linha do tempo:

1. Leia os seguintes textos encontrados no sítio DHnet – Direitos Humanos:
a)  Anotações sobre a História Conceitual dos Direito do Homem
http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/br/pbunesco/i_01_anotacoes.html

b)     ETAPAS DA EVOLUÇÃO HISTÓRICA DOS DIREITOS HUMANOS
http://www.dhnet.org.br/dados/livros/edh/mundo/sorondo/sorondo5.htm

2. Depois de ler os textos, elabore UMA LINHA DO TEMPO DA CONSTRUÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS, tendo como marco inicial o ano de 1789, data da Revolução Francesa, para isso deverão buscar em diversos sites de pesquisa na internet.
O resultado desta tarefa deve ser postado nos comentário por cada dupla.
Construção dos Direitos Humanos – Linha do Tempo
1789 – A Declaração dos direitos do homem e do cidadão da Revolução Francesa não considerava as mulheres como possuidoras dos mesmos direitos dos homens e abriu caminho para a Proclamação da República;
Logo após organiza-se os Direitos de Primeira Geração, que consagram as liberdades civis e os direitos políticos. São chamados “Direitos de Liberdade”.
1848 - 
1894 – 
1917 - São incluídos na Constituição Mexicana;
1918 – São incluídos na Constituição Russa;
1919- São incluídos na Constituição da República de Weimar;
1934 - No Uruguai, são incorporados na Constituição.
1945 - 
1945 - 
1948 – 
1966 - 
1966 - 
1976 - 
1979 - 
1984 - 
1993 - 
1994-2004 - 
1994 - Uma sessão de emergência da Comissão de Direitos Humanos se reúne para responder ao genocídio em Ruanda. (...)
1995 - A Declaração de Pequim, na Conferência Mundial sobre a Mulher, declara que.......
1996 - 
1997 - Mary Robinson , ex-Presidente da República da Irlanda, torna-se o segundo Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
1998 - 
1999 - 
2000 - 
2001 - 
2003-2004 - 
2003 - 
2004 - 
2005 - 
2006 - 

2009 - 



Abaixo,  clique no link onde você deverá encaminhar o trabalho de seu grupo pronto, ou caso queira pode encaminhar o e-mail: prof.udisbritto@gmail.com

Clique aqui para inserir sua linha do tempo

terça-feira, 30 de agosto de 2016

QUESTIONÁRIO - 7º ANO

Prezado (a) aluno (a),
Segue abaixo o link para que você possa responder ao questionário avaliativo, porém oriento que tenha muita atenção na resolução das questões, antes de salvar e enviar suas respostas, confira, pois eu avaliarei apenas a primeira resposta que você encaminhar.
Informo que o questionário possui peso de 10 pontos.

Tenha bom estudo.

Prof. Udison Brito Oliveira

QUESTIONÁRIO

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Questionário Avaliativo 8º ano

ATENÇÃO ALUNOS:

PARA RESOLVER AS QUESTÕES, ESTEJA ATENTO A LEITURA DO LIVRO E DAS ANOTAÇÕES NO CADERNO.
TENHA CUIDADO PARA NÃO SALVAR O QUESTIONÁRIO ANTES DE RESPONDER CUIDADOSAMENTE TODAS AS QUESTÕES, POIS APÓS SALVAR NÃO SERÁ MAIS POSSÍVEL EDITÁ-LAS.


AGORA VOCÊ PODE COMEÇAR A RESPONDER.
CLIQUE AQUI

segunda-feira, 21 de março de 2016

sexta-feira, 18 de março de 2016

terça-feira, 14 de outubro de 2014

sábado, 13 de abril de 2013

Por que o tomate está tão caro?

O preço do tomate é um desastre. Um desastre aéreo. Não pela gravidade da coisa, mas pela causa: o responsável foi uma “combinação de fatores” – a explicação clássica para as quedas de avião.
O primeiro fator é o mais inusitado: um dos culpados pelo tomate caro demais é o tomate barato demais.
Vamos voltar quatro anos no passado, quando o quilo do tomate a R$ 10 ainda era algo tão distante quanto o teletransporte. Uma caixa com 25 quilos estava saindo por R$ 40 nos centros de distribuição. Era um preço do tipo “bom para ambas as partes”: baixo o bastante para ninguém reclamar e alto o suficiente para fomentar a produção. Os agricultores aumentaram as áreas de cultivo de tomate. A oferta bombou. Mas aí veio o primeiro revés: a demanda não acompanhou. E o preço foi pras cucuias: em 2010 já tinha caixa a R$ 8.
Ótimo para uma das partes, a que compra. E péssimo para a outra. Tinha agricultor jogando caixa de tomate fora – se gastassem com o transporte delas ficariam no prejuízo. Era o crash tomateiro. Depois dessa, as fazendas diminuíram as áreas de plantio de tomate. Natural.
E a oferta minguou. Mas foi bom: com menos tomate no mercado, o preço voltou a um patamar mais aceitável para quem planta – uns R$ 30 a caixa. Só que aí aconteceu algo ruim: uma safra boa. Pois é, a economia agrícola às vezes funciona de cabeça pra baixo.
Uma safra boa pode ser algo ruim quando começa a sobrar produto no mercado. Começou a sobrar tomate. E os preços afundaram – de volta para a faixa dos R$ 10; um valor além da linha vermelha, do ponto de vista dos agricultores. E tome mais prejuízo, mais caixa de tomate abandonada e mais frutos apodrecendo na fazenda, já que nem valia a pena colher.
E o o que aconteceu? Diminuíram mais ainda as áreas de plantio, claro. Pra que gastar dinheiro plantando o que não dá retorno? Em Goiás, por exemplo, reservaram 40% menos terras para o tomate. É do jogo. Isso diminuiria a oferta, faria o preço subir, e o lucro dos produtores voltaria.
Só que entrou um elemento totalmente inesperado nessa história: um ataque de bactérias.
As bactérias que infestam os tomateiros crescem e se multiplicam quando chove demais. Choveu demais. O índice de mortalidade da tomatada aumentou. E a produção despencou: algumas fazendas colheram só um terço do que esperavam.
Tudo isso numa realidade em que as áreas de plantio já estavam bem menores só podia dar numa coisa: o tomate de ouro. Ele ficou raro a ponto de o preço da caixa bater em R$ 150 nos centros de distribuição (dá R$ 6 o quilo, o que nas feiras e supermercados acaba virando R$ 10 fácil); um aumento de 1.775% comparado com 2010. Foi o que alimentou um momento histórico: a estreia dos hortifrutigranjeiros no mundo dos memes.

Mas ok. Foi uma situação atípica. E o tomate a preço de ouro é justamente quem vai trazer de volta o tomate a preço de tomate: vai estimular os produtores a aumentar as áreas de cultivo. E a tempestade ficará pra trás.
Mas não. Isso não vai ser a salvalção da lavoura.
O preço do tomate pode ter sido circunstancial. Mas a inflação dos alimentos – e de todas as outras coisas – não. Ela não tem nada de circunstancial. É generalizada. E contínua. E só existe porque hoje há mais dinheiro em circulação do que o país dá conta. Ou seja: mais do que a nossa capacidade de produzir coisas para serem compradas com esse dinheiro. A culpa, em última instância, não é de quem produz o tomate (ou a pizza, ou as quitinetes de R$ 1 milhão). É de quem produz o dinheiro: o governo.
A verdade é que só políticas econômicas desastradas conseguem causar inflações de dois dígitos – e a inflação dos alimentos fechou 2012 em 14%. Mas não espere que o governo assuma isso. Como escreveu Milton Friedman, meu economista preferido:
“Nenhum governo aceita que é o responsável por uma inflação. Sempre arranjam alguma desculpa – comerciantes gananciosos, sindicatos turrões, consumidores compulsivos, árabes, a chuva. Sem dúvida que comerciantes são gananciosos, sindicatos são duros, consumidores são compulsivos, árabes aumentam o preço do petróleo e, de vez em quando, chove mesmo. Todos esses agentes têm como produzir preços altos para certos itens; mas não são capazes de fazer isso com tudo o que existe. Eles até podem causar subidas e descidas temporárias na taxa de inflação. Mas não têm como dar início a uma inflação contínua. Por um motivo simples: nenhum desses supostos culpados pela inflação tem as impressoras que produzem aquilo que a gente carrega na carteira.”
Esse texto do Friedman tem quase 40 anos. E continua mais atual do que qualquer meme.

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