sábado, 4 de setembro de 2010


Zé Carioca era paulista
A incrível história do tocador de cavaquinho nascido em Jundiaí, no interior de São Paulo, que inspirou o mais brasileiro - e malandro - dos personagens de Walt Disney
por Flávia Ribeiro
Em 1942, ao ser apresentado a Walt Disney nos Estados Unidos, o músico José do Patrocínio Oliveira logo emendou uma conversa usando seu inglês carregado de sotaque. Ao ouvi-lo, o desenhista recomendou: “Não tente ser americano, já temos americanos suficientes aqui. Seja brasileiro”. Isso Oliveira sabia fazer muito bem. Inspirado nele, Disney criou seu único personagem brasileiro: o Zé Carioca (“Joe Carioca”, no original). Só que o homem por trás do papagaio era... paulista!
Nascido na cidade de Jundiaí em 1904, o violonista e cavaquinista Oliveira, chamado pelos amigos de Zezinho, tinha um bocado de trejeitos. “Ele era todo rapidinho, não parava de se mexer nem de falar”, conta o diretor de TV José Amâncio, que foi muito próximo do músico. “Não é que Zezinho tivesse um jeito parecido com o do personagem. Ele simplesmente era o Zé Carioca!” No Brasil, a estréia do papagaio verde e amarelo viria ainda em 1942, com Alô, Amigos, uma pioneira mistura de filme e desenho animado. Nele, Zé Carioca – dublado pelo próprio Zezinho – recebe o Pato Donald em terras brasileiras.
Além de ser sucesso de público, Alô, Amigos também agradou às autoridades americanas. Afinal, o filme dos Estúdios Disney se encaixava perfeitamente na Política da Boa Vizinhança, lançada na década de 30 pelo presidente americano Franklin Roosevelt com o objetivo de manter toda a América alinhada com os Estados Unidos – e afastada da influência de comunistas e fascistas. O responsável pela doutrina era o OCIAA (sigla em inglês para “Escritório do Coordenador de Assuntos Interamericanos”), que usava a cultura como um dos principais meios para manter a influência americana. O órgão encomendou a Disney – uma espécie de “embaixador não-oficial” da Política da Boa Vizinhança – personagens que conquistassem a simpatia da América Latina.
Para agradar os mexicanos, Disney criou o galo Panchito. Na hora de homenagear o Brasil, o desenhista decidiu usar um papagaio. Há diferentes versões de como isso ocorreu. A mais aceita é contada pelo escritor Ezequiel de Azevedo em O Tico-Tico: Cem Anos de Revista. Segundo ele, durante uma visita a nosso país em 1941, Disney ganhou do cartunista J. Carlos o desenho de um papagaio abraçando o Pato Donald. Pronto, estava escolhido o animal – faltava só dar personalidade a ele. Então, no ano seguinte, Disney foi apresentado a Zezinho. E seu papagaio ganhou chapéu de malandro, gravata borboleta, um guarda-chuva para usar como bengala e uma fala temperada por ginga e malandragem.
“Muita gente pensa que o Zezinho fez aquela voz do Zé Carioca especialmente para os desenhos. Não fez, era a voz dele mesmo”, diz José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, diretor da TV Vanguarda, que conheceu Zezinho por intermédio do pai, na infância. Em 1957, aos 22 anos, Boni reencontrou o músico e manteve com ele uma amizade que durou 30 anos – em que não faltavam “causos” sobre como era a vida de personagem de desenho animado. “Disney dizia que o Zezinho tinha até nariz de papagaio. E o levava para o estúdio, botava um chapéu nele, dava um guarda-chuva na mão dele e pedia para ele andar, sambar, rebolar... Os desenhistas ficavam assistindo para fazer o papagaio se mexer do mesmo jeito. E o Zezinho dizia: ‘Mas eu não sei rebolar, sou paulista!’”
Antes e acima de ser o Zé Carioca, Zezinho era um grande músico. Desde a década de 30, acompanhava as cantoras Aurora e Carmen Miranda, quando as duas cumpriam agenda pré-carnavalesca diariamente às 19h30, na Rádio Record do Rio de Janeiro. Em Carmen – Uma Biografia, o escritor Ruy Castro conta que Aurora e sua irmã mais famosa se encantaram por Zezinho, graças a sua personalidade peculiar. O músico, por exemplo, era ex-funcionário do Instituto Butantan de São Paulo, conhecido pelo estudo de animais peçonhentos. “Quando se empolgava, falava das cobras pelos nomes delas em latim”, escreve Ruy Castro. O amigo José Amâncio relembra que outra coisa não saía da cabeça de Zezinho: todos os pontos das linhas de trem de São Paulo. “Ele tinha mania de citar um por um, na ordem certa.”
A incrível memória de Zezinho permitiu que ele decorasse praticamente todas as músicas de Carnaval já feitas até então. “A gente dizia o ano, e ele então enumerava cada marchinha e samba. Se a gente pedia, ele cantava”, conta Boni. Além de violão e cavaquinho, Zezinho era um ás no bandolim e em mais de dez instrumentos. Foi para os Estados Unidos no fim dos anos 30, no rastro do sucesso de Carmen Miranda. Lá, gravou três discos com Aurora e, em 1942, passou a fazer parte do Bando da Lua, o conjunto de músicos que costumava acompanhar as duas irmãs.
Em 1942, Zezinho estreou no cinema tocando com o Bando da Lua no filme Minha Secretária Brasileira, estrelado por Carmen Miranda. Logo depois, em Alô, Amigos, ele fez mais do que dublar Zé Carioca: apareceu tocando “Na Baixa do Sapateiro” e “Os Quindins de Iaiá”, de Ary Barroso. Em 1944, ele voltou a dar voz a Zé Carioca e a atuar em mais uma combinação de filme e desenho animado produzida pelos Estúdios Disney: o clássico Você já Foi à Bahia?. Lá, ao lado de Aurora, ele tocou “Aquarela do Brasil”, também de Ary Barroso, e “Tico-Tico no Fubá”, de Zequinha de Abreu.
A música brasileira, que tinha conquistado os Estados Unidos com Carmen Miranda, ganhava ainda mais espaço com o empurrão dado por Disney no cinema. Após a estréia de Você já Foi à Bahia?, Zezinho tocou com Aurora no México. Segundo Ruy Castro, apesar da fama da cantora, o nome dela era o segundo nos cartazes dos shows. Vinha logo abaixo de “Joe Carioca” – Zezinho tinha assumido o nome do papagaio por causa de sua popularidade. O músico tocou samba até os 75 anos, em vários estados americanos. Apresentava-se quase todas as noites em hotéis de luxo, restaurantes, cassinos e na própria Disneylândia, na Califórnia. Sua primeira aparição por lá foi na inauguração do parque temático, em 1955 – entrou no palco anunciado pelo próprio Disney.
Assim como Zé Carioca em Alô, Amigos, Zezinho era um caloroso anfitrião: fazia questão de manter as portas de sua casa nos Estados Unidos sempre abertas, transformando-a numa espécie de embaixada informal do Brasil. Segundo Boni, o músico se tornou cicerone de diretores que, tempos depois, se destacariam na TV brasileira, como Daniel Filho e Augusto César Vanucci. “Os amigos queriam conhecer melhor Hollywood, ver como as coisas eram feitas lá. Eu combinava com Zezinho e ele nos levava para todos os estúdios. Todo mundo por lá o conhecia”, diz.
Certa vez, o amigo José Amâncio foi testemunha de como a fama do músico se perpetuou. No início dos anos 80, o diretor de TV visitava a Disneylândia pela primeira vez, acompanhado por Zezinho. Assim que chegou ao parque, espantou-se ao ver todos os funcionários cumprimentando o músico, acenando e dizendo: “Hey, Joe Carioca”. “Eu sabia que ele era o homem por trás do Zé Carioca, mas não imaginava que era reconhecido desse jeito. Descobri naquele dia como ele era querido”, diz. Zezinho já tinha quase 80 anos quando a cena aconteceu – e o filme de estréia do personagem já tinha mais de 40 anos.
Em 1987, depois de muita boemia, Zezinho morreu. E saiu de cena no melhor estilo Zé Carioca. “Na lápide dele está escrito: ‘Demais!’ Porque para ele tudo era ‘demais’”, diz o empresário José do Patrocínio Oliveira Júnior, o filho do papagaio. Ou melhor, do músico.
Conheça o Zézinho
Nome: José do Patrocínio Oliveira
Nascimento: 11/2/1904, em Jundiaí, São Paulo
Morte: 22/12/1987, em Los Angeles, Estados Unidos
Profissão: Músico (violinista e cavaquinista)
Filhos: Lourdes, Aparecida e José

Um Zé argentino
Papagaio da Disney que estava na capa da primeira revista da Editora Abril foi desenhado na Argentina
Celso Miranda
Agora que você se recuperou do susto de saber que o homem que inspirou o mais carioca dos personagens Disney era paulista, prepare-se para outra bomba. Tá sentado? O primeiro Zé Carioca publicado em uma revista brasileira era argentino! Foi na capa de O Pato Donald, a primeira revista publicada pela Editora Abril, em julho de 1950. De acordo com Cláudio de Souza, jornalista que participou daquele lançamento, na época nenhum ilustrador brasileiro dominava o estilo de desenhar os personagens Disney. Por isso, Victor Civita, fundador da Abril (que também edita História), achou melhor que eles fossem feitos na Editorial Abril da Argentina, que pertencia ao seu irmão, Cesar, e contava então com uma equipe mais experiente. “As histórias foram desenvolvidas aqui. Algumas eram simples adaptações de aventuras originalmente criadas para o Pato Donald. Mas todos os desenhos, incluindo a capa, foram feitos na Argentina”, diz Cláudio. Segundo ele, a escolha de usar o papagaio na primeira revista da Abril foi do próprio Victor Civita. “Ele achava que o Donald era mais a cara dos Estados Unidos e que o nosso leitor não se identificaria com ele. Achava que o público brasileiro teria mais simpatia pelo Zé Carioca, que já havia feito sucesso por aqui nos filmes de animação da Disney”, afirma Cláudio. E ele estava certo. Depois do êxito comercial das primeiras edições, as aparições do Zé Carioca em O Pato Donald passaram a ser desenhadas aqui. Porém, foi só dez anos depois que o papagaio alçou vôo solo. Segundo Roberto Civita, editor da Abril e filho de Victor, quando a revista do Zé Carioca foi criada, em 1961, os gibis da Disney já eram um sucesso. “Tio Patinhas e Mickey, que eram mensais, vendiam respectivamente 500 mil e 450 mil exemplares e, ao lado da Capricho, também da Abril, eram as revistas mais vendidas do Brasil. Só o Pato continuava semanal, quando resolvemos criar a revista do Zé Carioca, intercalando-a nas bancas com O Pato Donald, uma a cada 15 dias. Com isso, a Abril passou a lançar nove títulos Disney, que, juntos, vendiam mais de 2 milhões de exemplares por mês”, afirma Roberto. Ter uma revista só para si era mais do que qualquer malandro avesso ao trabalho, muito esperto e cheio de jogo de cintura podia querer. De lá para cá, o papagaio ficou cada vez mais brasileiro. Ganhou novos amigos, como o urubu Nestor, compôs sambas para Rosinha, mudou-se para a Vila Xurupita, foi ininterruptamente perseguido pela Anacozeca – a Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca – e se tornou, como poucos, um símbolo do espírito do povo brasileiro.
Saiba mais
Livros
Carmen – Uma Biografia, Ruy Castro, Companhia das Letras, 2005

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Manual do pesquisador mirim


(Imagem: Shutterstock)
1. Esquema do trabalho escrito

Para você realizar uma pesquisa escolar completa, é necessário que o trabalho escrito sobre um determinado tema investigado tenha profundidade em vários aspectos dependendo dos fins a que se destina. O trabalho científico deverá conter os seguintes elementos:

a) Capa: é a proteção externa do trabalho, deve conter o nome da escola, ano, disciplina, nome do professor, título do trabalho, local e data.

b) Folha de rosto: deve conter os mesmos elementos da capa do trabalho e acrescentar o nome do aluno  e/ou os nomes dos componentes do grupo.

c) Índice: é a numeração das principais divisões, seções e outras partes de um documento, na mesma ordem que a matéria nele sucede. Detalhe: entre as divisões principais deve-se usar espaço duplo e entre as divisões secundárias o espaço simples.

d) Lista de imagens (se houver): relação das figuras apresentadas no texto devendo conter o número, legenda e página.

e) Lista de gráficos e tabelas (se houver): relação das tabelas devendo constar número, título e página.

f) Introdução: é onde o tema de estudo é apresentado de forma global. Deve indicar os objetivos do  trabalho e referir-se às partes do texto que serão desenvolvidos ao longo do trabalho.

g) Desenvolvimento: é a parte mais extensa do trabalho e visa a apresentar os resultados da pesquisa. Nesta parte deve ser citada a literatura que serviu de base para a redação do texto científico. Deve ser organizado em divisões ou partes conforme o plano final de redação do trabalho. A numeração das partes que compõem o texto deve ser progressiva.

h) Conclusão: é a última parte do trabalho e deve conter uma recapitulação sintética dos resultados da pesquisa. Deve ser breve e se basear em dados comprovados.

i) Referências: é a listagem de livros, revistas, sites e outras fontes consultadas.

j) Anexos: conjunto de documentos, tabelas, quadros, questionários contendo informações esclarecedoras colocados no final do texto, reportagens, etc.

2. Forma gráfica do trabalho (opcional)

a) Papel: Formato A4 (210 mm x 297 mm)
b) Margens: obedecer às seguintes margens:
  • Superior: 3 cm
  • Inferior: 2 cm
  • Direita: 2 cm
  • Esquerda: 3 cm
c) Parágrafos: devem ser iniciados a 2 cm da margem esquerda, sendo destacados pelo espaçamento duplo entre eles.
d) Numeração: conta a partir da folha de rosto. A numeração deve ser colocada no canto superior direito da folha.
e) Fonte: obedecer às seguintes orientações:
  • Time New Roman
  • Tamanho 12
  • Cor preta

Responsabilidade: Respeite o prazo de entrega, faça uma última revisão antes da data determinada. O  trabalho dever estar com boa apresentação (limpo, sem estar amassado, etc.). Seja um pesquisador mirim.

domingo, 18 de julho de 2010

Empurre Sua Vaquinha


Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita...

Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeiras, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas...

Então se aproximou do senhor aparentemente o pai daquela família e perguntou: Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho, então como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?

E o senhor calmamente respondeu:
"Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte nós produzimos queijo, coalhada, etc .... para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo".

O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:

Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá em baixo".

O jovem arregalou os olhos espantando e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem.

Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.

Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.

Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim.

Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver, "apertou" o passo e chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos e o caseiro respondeu:

Continuam morando aqui.

Espantado ele entrou correndo na casa, e viu que era mesmo a família que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da a vaquinha):

Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida ???

E o senhor entusiasmado, respondeu:

Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora...

Ponto de reflexão:
Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma conveniência com a rotina.

Descubra qual, a sua ... e empurre a sua "vaquinha" morro abaixo.


Tenha um ótimo e produtivo dia!
Um abraço, do seu amigo

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Dez passos para seu filho tornar-se um delinqüente 
1.    Durante a infância, dê a seu filho tudo o que ele deseja. Deste modo ele crescerá acreditando que o mundo deve tudo a ele. Receita de Deus: PV 3:12 – “Porque o Senhor repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem.”

2.    Quando ele falar palavrões ou contar piadas indecorosas ria, estimule – Ele vai se sentir engraçado e, no futuro terá atitudes que decepcionarão e embaraçarão você. Receita de Deus: PV 15:28 – “O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades.”

3.    Até seu filho atingir 18 anos não o oriente sobre a vida espiritual. Espere até que ele chegue à maioridade e decida, por conta própria, o caminho a seguir – se é que optará por algum, Receita de Deus: PV 22:6 – “Ensina a criança no caminho em que deve andar e ainda quanto for velho não se desviará dele.”

4.    Evite usar a palavra “errado”, pois  pode desenvolver na criança um complexo de culpa e, na adolescência, condicioná-la a crer que, quando cometer algum deslize e outros reclamarem, tal ato será uma perseguição e que todos estão contra ela. Assim, você terá uma pessoa fraca e medrosa dentro de casa. Receita de Deus: PV 13:24 – “O que retém a vara, aborrece o seu filho, mas o que ama, cedo o disciplina.”

5.    Em casa faça tudo por ele: arrume seu quarto, guarde sapatos e roupas jogadas. Se você agir assim, está criando nele a tendência de jogar sobre os outros, todas as suas responsabilidades. Receita de Deus: PV 10:5  – “O que ajunta no verão é filho entendido, mas o que dorme na sega é filho que envergonha.”

6.    Não faça nenhuma triagem na literatura ou nos programas da TV. Deixe-o ler aquilo a que tiver acesso ou assistir a todos os programas que quiser. Talvez ele só consiga armazenar lixo em sua mente. Receita de Deus: PV 4:23  - “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”

7.    Briguem freqüentemente entre si na presença de seu filho. Desta maneira não ficará tão chocado se, quando ele vier a se casar4, seu próprio lar for destruído. Receita de Deus: PV 17:27, 28  – “Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência. Até o estulto quando se cal é tido por sábio e o que cerra os lábios, por entendido.”

8.    Dê ao seu filho todo dinheiro que ele pedir. Nunca o encoraje a lutar pelo seu próprio sustento. Por que ele tem que passar por momentos difíceis da vida pelos quais você passou? A redoma pode tirar o valor real da vida. Receita de Deus: PV 24:30 – “Passei pelo campo do preguiçoso e junto à vinha do homem falto de entendimento.”

9.    Satisfaça todos os caprichos de conforto, comida e bebida que tiver. Providencie meios para que ele sacie seus desejos sexuais. A negação pode provocar uma frustração prejudicial e uma irrealidade de vida. Receita de Deus: PV 29:15 – “Avara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar sua mãe.”

10.    Defenda sempre seu filho, mesmo quando ele estiver errado. Faça isso na frente do professor, do vizinho, dos parentes, da polícia. E ele nunca assumirá nada na vida. Receita de Deus: PV 28:4 – “Os que desamparam a lei, louvam o perverso, mas os que guardam a lei se indignam contra ele.”


Fonte: Jaime Kemp – extraído do livro “Nós temos filhos”

sexta-feira, 25 de junho de 2010

2ª OLIMPÍADA NACIONAL DE HISTÓRIA DO BRASIL

Vem aí a 
2ª OLIMPÍADA NACIONAL DE HISTÓRIA DO BRASIL.

O Museu Exploratório de Ciências (MC) da UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas – já está recebendo inscrições para a 2ª Olimpíada Nacional de História (ONHB). Composta por cinco fases on line e uma presencial, a competição envolve professsores e alunos na resolução dos exercícios propostos.
Data da inscrição: 1º de junho a 6 de agosto.

domingo, 9 de maio de 2010

DIA DAS MÃES.

PARA MINHA MÃE ZINHA E TODAS AS MÃES DO MUNDO

MENSAGEM DE OTIMISMO

Sucesso é ser feliz

1. Seja ético. A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.

2. Estude sempre e muito. A glória pertence aquele que tem um trabalho especial para oferecer.

3. Acredite sempre no amor. Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, ou está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.

4. Seja grato a quem participa das suas conquistas. O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer e a melhor maneira de deixar todos motivados.

5. Eleve suas expectativas. Pessoas com sonhos grandes obtém energia para crescer. Os perdedores dizem: "Isso não é para nós". Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.

6. Curta muito a sua companhia. Casamento dá certo para quem não é dependente. Aprenda a viver feliz mesmo sem uma pessoa ao lado. Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante: você!

7. Tenhas metas claras. A história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas. Amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro.

8. Cuide bem do seu corpo. Alimentação, sono e exercícios são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para que os outros gostem de você também.

9. Declare o seu amor. Cada vez mais as pessoas devem exercer seu direito de buscar o que querem (sobretudo no amor), mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.

10. Amplie os relacionamentos profissionais. Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11. Seja simples. Retire de sua vida tudo o que lhe da trabalho e preocupação desnecessários. Crie espaço para desfrutar mais a viagem da vida.

12. Mulher, nao imite o modelo masculino. Os homens fizeram sucesso a custa da solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem duvidas, temos mais a aprender com as mulheres do que vocês conosco. Preserve a sensibilidade feminina - e mais natural e lucrativa.

13. Tenha um orientador. Viver e decidir na neblina sabendo que o resultado só será conhecido quando pouco restar a fazer. Procure alguem de confiança, de preferência mais experiente e bem sucedido, para lhe orientar nas indecisões.

14. Jogue fora o vicio da preocupação. Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem! Defina suas metas, conquiste-as e deixe a neura para quem gosta dela!

15. O amor é um jogo cooperativo. Se vocês estão juntos, é para jogar no mesmo time. Ficar mostrando dificuldades do outro ou lembrando suas fraquezas para os amigos não tem graça.

16. Tenha amigos vencedores. Campeões falam com campeões. Perdedores só tocam na tecla perdedores.

Aproxime-se de pessoas com alegria de viver e afaste-se de gente baixo-astral.

17. Diga adeus a quem não merece. Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento e masoquismo, atrapalha sua vida. Se você tiver um cônjuge que não esteja usando, empreste, venda, alugue, doe e deixe espaço livre para um novo amor.

18. Resolva. A pessoa do próximo milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários. Saiba tomar decisões, mesmo as antipáticas. Você otimizara seu tempo e seu trabalho. A vida fluirá muito melhor.

19. Aceite o ritmo do amor. Assim como ninguém vai empolgadissímo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.

20. Celebre as vitórias. Compartilhe o sucesso, mesmo pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

21. Perdoe. Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.

22. Arrisque! O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho só terá de decidir que pizza pedir. é o único risco que corre será o de engordar.

23. Tenha uma vida espiritual. Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Ore antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração, meditação são forças de inspiração.


Tenha um ótimo e produtivo dia!
Um abraço, do seu amigo

sexta-feira, 30 de abril de 2010

TAREFA AVALIATIVA ETAPA 4 - ORIENTAÇÕES GERAIS

3º passo: Pesquisar sobre a Guerra do Contestado.
4º passo: Após o levantamento de informações sobre a Guerra do Contestado, os alunos devem discutir as possíveis semelhanças e diferenças entre os dois movimentos sociais estudados, procurando comparar: datas, locais, motivos, a questão do messianismo, como os movimentos acabaram e outros aspectos importantes.
5º passo: O grupo deverá produzir uma tabela, em cartolina, apontando as diferenças e semelhanças dos dois movimentos sociais. A tabela deve ser feita com letras grandes para que seja visualizada à distância.
6º passo: Os grupos devem apresentar suas tabelas em uma exposição oral.

A seguir veja modelo de tabela a ser feita.



 

domingo, 25 de abril de 2010

ALUNOS DA EMEF "STANISLAW ZUCOLOTTO"

 
 9º B
 6ª B

6º A



TRABALHOS 7º ANO EMEF STANISLAW ZUCOLOTTO

MOSAICO BIZANTINO


quinta-feira, 22 de abril de 2010

EMEF STANISLAW ZUCOLOTTO

Segue link para acesso ao site da Viagem do Conhecimento para os alunos do 8º e 9º ano.

Contamos com a participação de todos em mais este desafio.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

TÓPICOS DE ESTUDO PARA AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA

9º ANO

  • Teor das leis abolicionistas estudadas

  • Definição de : República das oligarquias; Política dos governadores; Política do café-com-leite; Coronelismo.

  • Os efeitos do fim da escravidão para o regime monárquico no Brasil.

  • Caracterizar o povoado de Canudos e Antônio Conselheiro, bem como, organizar a história do movimento de Canudos.
8º ANO

  • Organização da sociedade colonial espanhola e portuguesa na América;

  • Feitorias, Sesmarias, Homens bons.

  • Degredados: pessoas condenadas pela justiça portuguesa e enviados às colônias para cumprir suas penas.

  • O que era a mita?

  • Qual a função do corregedor e do cacique?

  • Órgãos da administração colonial espanhola e suas funções: Cabildo e suas funções; nome do órgão responsável pelo controle do comércio colonial - nesse a caso a resposta é CASA DE CONTRATAÇÃO;  Conselho das Índias e suas funções.

  • Órgãos da administração colonial portuguesa e suas funcões: Camaras Municipais e Governo-Geral; 
7º ANO
  • Características da sociedade feudal;
  • Importância dos Francos para a difusão do cristianismo;
  •  

6º ANO

quinta-feira, 1 de abril de 2010

MODELO DE CARTA A QUINTINO BOCAIUVA

NOVA VENÉCIA - ES, 26 DE JANEIRO DE 1906
 Prezado amigo Quintino Bocaiuva,

É com grande alegria e satisfação que separo  estes instantes, para escrever estas poucas linhas para comprimenta-lo e saudá-lo por suas contribuições no processo republicano de nosso país. Espero que ao receber esta carta, você possa encontrar- se em boa saúde. .........

atualizando................
Sou sabedor meu grande amigo de sua incansavel luta pelo estabelecimento de um governo brasileiro que

domingo, 28 de março de 2010

SEMANA SANTA

CLIP DE LEONARDO GONÇALVES - GETSEMANI

segunda-feira, 8 de março de 2010

MODELO DE TABELA PARA EXECUÇÃO DA TAREFA AVALIATIVA - ETAPA 1



sábado, 27 de fevereiro de 2010

LETRA DO HINO DA 
EMEF "DR. EMIR DE MACEDO GOMES"




HINO DO EMIR DE MACEDO GOMES
Letra e Música: Fábio Teixeira

Décadas de história, patrimônio do saber

Instituição do aprendizado viu crescer

atendendo anseios dos homens sem distinção

Projetando a sua formação futura

Suprindo a necessidade da comunidade, no que tange a escolaridade,

Casa onde os mestres ensinam com alegria do primeiro risco a geografia.



Minha escola minha vida, meu segundo lar,

meu quintal meu sonho, onde eu gosto de estudar           duas vezes

Onde se aprende a um bom caráter construir

Minha escola, meu Emir.



Por aqui passaram nomes de dignidade,

Sua história cresce com a história da cidade,

Oficina onde se constrói o cidadão,

Professor regente da lição educa,

Tanto ao rico, quanto ao pobre, do plebeu ao nobre,

Cada dia seu valor descobre,

Emir de Macedo Gomes nome justo a ti,

Minha escola, meu Emir.

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