quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Manifesto Republicano

1870 – MANIFESTO REPUBLICANO


Trechos do Manifesto Republicano publicado no dia 3 de dezembro de 1870, no jornal A República, do Rio de Janeiro. 
         
No Brasil, antes ainda da idéia democrática, encarregou-se a natureza de estabelecer o princípio federativo. A topografia do nosso território, as zonas diversas em que ele se divide, os climas vários e as produções diferentes, as cordilheiras e as águas estavam indicando a necessidade de modelar a administração e o governo local acompanhando e respeitando as próprias divisões criadas pela natureza física e impostas pela imensa superfície do nosso território. Foi a necessidade que demonstrou, desde a origem, a eficácia do grande princípio que embalde a força compressora do regime centralizador tem procurado contrafazer e destruir. (Na ilustração, jornalista Quintino Bocaiúva, um dos redatores do manifesto).

Enquanto colônia, nenhum receio salteava o ânimo da monarquia portuguesa por assim repartir o poder que delegava aos vassalos diletos ou preferidos. Longe disso, era esse o meio de manter, com a metrópole, a unidade severa do mando absoluto.  As rivalidades e os conflitos que rebentavam entre os diferentes delegados do poder central, enfraquecendo-os e impedindo a solidariedade moral às idéias e a solidariedade administrativa quanto aos interesses e às forças disseminadas, eram outras tantas garantias de permanência e solidez para o princípio centralizador e despótico. A eficácia do método havia já sido comprovada, por ocasião do movimento revolucionário de 1789, denominado a Inconfidência. 
 
(...) A Independência proclamada oficialmente em 1822 achou e respeitou a forma da divisão colonial. A idéia democrática representada pela primeira Constituinte brasileira tentou, é certo, dar ao princípio federativo todo o desenvolvimento que ele comportava e de que carecia o país para poder marchar e progredir. Mas a dissolução da Assembléia Nacional, sufocando as aspirações democráticas, cerceou o princípio, desnaturou-o, e a carta outorgada em 1824, mantendo o status quo da divisão territorial, ampliou a esfera da centralização pela dependência em que colocou as províncias e seus administradores do poder intruso e absorvente, chave do sistema, que abafou todos os respiradouros da liberdade, enfeudando as províncias à corte, à sede do único poder soberano que sobreviveu à ruína da democracia. 

(...) O Ato Adicional interpretado, a lei de 3 de dezembro, o Conselho de Estado, criando, com o regime da tutela severa, a instância superior e os instrumentos independentes que tendem a cercear ou anular as deliberações dos parlamentos provinciais, apesar de truncados; a dependência administrativa em que foram colocadas as províncias, até para os atos mais triviais; o abuso do efetivo seqüestro dos saldos dos orçamentos provinciais para as despesas e para as obras peculiares do município neutro; a restrição imposta ao desenvolvimento dos legítimos interesses das províncias pela uniformidade obrigada, que forma o tipo da nossa absurda administração centralizadora, tudo está demonstrando que posição precária ocupa o interesse propriamente nacional confrontado com o interesse monárquico que é, de si mesmo, a origem e a força da centralização. 

Tais condições, como a história o demonstra e o exemplo dos nossos dias está patenteando, são as mais próprias para, com a enervação interior, expor a pátria às eventualidades e aos perigos da usurpação e da conquista. O nosso estado é, em miniatura, o estado da França de Napoleão III. O desmantelamento daquele país que o mundo está presenciando com assombro não tem outra causa explicativa. E a própria guerra exterior que tivemos de manter por espaço de seis anos, deixou ver, com a ocupação de Mato Grosso e a invasão do Rio Grande do Sul, quanto é importante e desastroso o regime da centralização para salvaguardar a honra e a integridade nacional. 

A autonomia das províncias é, pois, para nós, mais do que um interesse imposto pela solidariedade dos direitos e das relações provinciais; é um princípio cardeal e solene que inscrevemos na nossa bandeira. O regime da federação, baseado, portanto, na independência recíproca das províncias, elevando-as à categoria de Estados próprios, unicamente ligados pelo vínculo da mesma nacionalidade e da solidariedade dos grandes interesses de representação e da defesa exterior, é aquele que adotamos no nosso programa, como sendo o único capaz de manter a comunhão da família brasileira. Se carecêssemos de uma fórmula para assinalar, perante a consciência nacional, os efeitos de um e outro regime, nós a resumiríamos assim: Centralização — Desmembramento. Descentralização — Unidade. 

(...) Em conclusão: Expostos os princípios gerais que servem de base à democracia moderna, única que consulta e respeita o direito à opinião dos povos, temos tornado conhecido o nosso pensamento. Como o nosso intuito deve ser satisfeito pela condição da preliminar estabelecida na própria carta outorgada; a convocação de uma Assembléia Constituinte com amplas faculdades para instaurar um novo regime é necessidade cardeal. 

As reformas a que aspiramos são complexas e abrangem todo o nosso mecanismo social. Negá-las absolutamente, fora uma obra ímpia, porque se provocaria a resistência.  Aprazá-las indefinidamente, fora um artifício grosseiro e perigoso. Fortalecidos, pois, pelo nosso direito e pela nossa consciência, apresentamo-nos perante os nossos concidadãos, arvorando resolutamente a bandeira do partido republicano federativo. Somos da América e queremos ser americanos. A nossa forma de governo é, em sua essência e em sua prática, antinômica e hostil ao direito e aos interesses dos Estados americanos. A permanência dessa forma tem de ser forçosamente, além da origem de opressão no interior, a fonte perpétua da hostilidade e das guerras com os povos que nos rodeiam. 

Perante a Europa passamos por ser uma democracia monárquica que não inspira simpatia nem provoca adesão. Perante a América passamos por ser uma democracia monarquizada, aonde o instinto e a força do povo não podem preponderar ante o arbítrio e a onipotência do soberano. Em tais condições pode o Brasil considerar-se um país isolado, não só no seio da América, mas no seio do mundo. O nosso esforço dirige-se a suprimir este estado de coisas, pondo-nos em contato fraternal com todos os povos, e em solidariedade democrática com o continente de que fazemos parte.
 
Dr. Joaquim Saldanha Marinho (advogado, ex-presidente de Minas Gerais e São Paulo, ex-deputado por Pernambuco). 
Dr. Aristides da Silveira Lobo (advogado, ex-deputado por Alagoas). 
Christiano Benedicto Ottoni (engenheiro, ex-deputado por Minas). 
Dr. Flavio Farnese (advogado e jornalista). 
Dr. Pedro Antonio Ferreira Viana (advogado e jornalista). 
Dr. Lafayete Rodrigues Pereira (advogado, ex-presidente do Ceará e Maranhão). 
Dr. Bernardino Pamplona (fazendeiro). 
João de Almeida (jornalista). (médico) 
Dr. Pedro Bandeira de Gouveia 
Dr. Francisco Rangel Pestana (advogado e jornalista). 
Dr. Henrique Limpo de Abreu (advogado, ex-deputado por Minas) . 
Dr. Augusto Cesar de Miranda Azevedo (médico) 
Elias Antonio Freire (negociante) . 
Joaquim Garcia Pires de Almeida (jornalista). 
Quintino Bocaiúva (jornalista) . 
Dr. Joaquim Maurício de Abreu (médico). 
Dr. Miguel Vieira Ferreira (engenheiro) . 
Dr. Pedro Rodrigues Soares de Meirelles (advogado) 
Galdino Emiliano das Neves. 
Dr. Julio Cesar de Freitas Coutinho (advogado) 
Alfredo Moreira Pinto (professor) . 
Carlos Americano Freire (engenheiro). 
Jeronimo Simões (negociante). 
José Teixeira Leitão (professor). 
João Vicente de Brito Galvão. 
Dr. José Maria de Albuquerque Mello (advogado, ex-deputado pelo Rio Gde do Norte). 
Gabriel José de Freitas (negociante). 
Joaquim Heliodoro Gomes (empregado público). 
Francisco Antonio Castorino de Faria (empregado público). 
José Caetano de Moraes e Castro. 
Octaviano Hudson (jornalista). 
Dr. Luiz de Souza Araujo (médico). 
Dr. João Baptista Lupez (médico). 
Dr. Antonio da Silva Netto (engenheiro). 
Dr. Antonio José de Oliveira Filho (advogado). 
Dr. Francisco Peregrino Viriato de Medeiros (médico). 
Dr. Antonio de Souza Campos (médico). 
Dr. Manoel Marques da Silva Acauan (médico). 
Maximo Antonio da Silva. 
Dr. Francisco Leite de Bittencourt Sampaio (advogado, ex-deputado por Sergipe). 
Dr. Salvador de Mendonça (jornalista). 
Eduardo Baptista R. Franco. 
Dr. Manoel Benicio Fontenelli (advogado, ex-deputado pelo Maranhão). 
Dr. Felix José da Costa e Souza (advogado). 
Paulo Emilio dos Santos Lobo. 
Dr. José Lopes da Silva Trovão (médico). 
Dr. Antonio Paulino Limpo de Abreu (engenheiro) 
Macedo Sodré (negociante). 
Alfredo Gomes Braga (empregado público).  Francisco C. de Bricio. 
Manoel Marques de Freitas. 
Thome Ignacio Botelho (capitalista). 
Eduardo Carneiro de Mendonça.  

Extraído de "O Primeiro Centenário do Manifesto Republicano de 1870", separata da
Revista de História n.84,1970, apud  Reinaldo Carneiro Pessoa (org.), A Idéia Republicana no Brasil Através de Documentos, São Paulo, Ed. Alfa-Omega, 1976, pp.39-62.





domingo, 23 de janeiro de 2011

domingo, 9 de janeiro de 2011

Alunos brasileiros de escolas públicas ficam atrás em avaliação internacional

Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) divulgados no dia 7 de dezembro confirmam o que as avaliações internas já indicam há bastante tempo: o desempenho dos alunos da rede pública é inferior ao de estudantes de instituições privadas. Enquanto a média alcançada por eles em escolas particulares foi de 502 pontos, nas públicas foi de 387 pontos.
O Pisa é aplicado a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e avalia o conhecimento de estudantes de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências. A média do Brasil, considerando as três disciplinas, foi de 401 pontos.
Dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) mostram que na rede federal de educação básica a média é bastante superior: 528 pontos. É mais do que a meta estabelecida para que o país alcance até 2021 e acima da média dos países da OCDE. Essas escolas são geralmente ligadas às universidades federais e funcionam como laboratórios de novas práticas pedagógicas para os cursos de formação de professores.
“É uma rede pequena, mas mostra que o setor público sabe oferecer boa educação, mas pra isso você tem que remunerar bem o professor, investir em laboratórios, em educação integral, [esses] são componentes do sucesso escolar”, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad.
Em leitura, os alunos das escolas federais atingiram 535 pontos, os da rede privada, 516, e os da pública não federal, 398. O desempenho em matemática foi de 521 pontos na rede federal, 486 na particular e 372 na pública. Em ciências, as escolas federais ficaram com média 528, as particulares, com 505, e as públicas, 392.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O cinema nas aulas de História - Novos lançamentos


FICHA TÉCNICA
Título Original: Napoleon – La dernière bataille de lmperador
Título Traduzido: Napoleão – A Última Batalha do Imperador
Gênero: Épico/Drama
Tempo de Duração: 122 min
Ano de Lançamento: 2010
Direção: Antoine Caunes
Tamanho: 987 MB
Qualidade: DVDRip
Video e Audio: 10
Áudio: Francês | Português
Legenda: Português
Sinopse: Napoleão Bonaparte (Philippe Torreton) perde o poder mas continua a mandar e a desmandar durante o seu exílio. Mesmo preso pelos britânicos, ele continua mantendo sua pompa real e seu séqüito de seguidores, transformando a ilha num minúsculo pedaço da própria corte francesa. A autoridade máxima do lugar, o oficial de Hudson Lowe (Richard E. Grant, de Assassinato em Gosford Park) nutre por Napoleão um inexplicável misto de amor e ódio, de repulsa e admiração.

O cinema nas aulas de História - Novos lançamentos


 
FICHA TÉCNICA
Título Original: Henri 4
Título Traduzido: Henrique IV O Grande Rei da França
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 150 min
Ano de Lançamento: 2010
Direção: Jo Baier
Tamanho: 980 MB
Qualidade: DVDRip
Video e Audio: 10
Áudio: Francês | Português
Legenda: Português
Sinopse: França, 1563. Protestantes e católicos lutam por terras e poder, usando a religião como justificativa. No comando dos protestantes está Henrique de Navarra, que conduz seus homens contra a poderosa rival de sua mãe, Catarina de Médici, Rainha da França. Catarina oferece a Henrique a mão de sua filha, Margot, em sinal de reconciliação, mas o casamento termina num banho de sangue. Ele sobrevive ao Massacre do Dia de São Bartolomeu, mas é feito prisioneiro durante quatro anos. Embora recorrendo a qualquer tática para obter o trono, Henrique se torna um rei que, pela liberdade de religião e de opinião, pode genuinamente dizer que é um dos primeiros verdadeiros humanistas.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

CONTEÚDOS PARA PROVÃO - 2010
EMEF "STANISLAW ZUCOLOTO"


6° ANO

TÓPICOS IMPORTANTES PARA ESTUDO.
  1.  

7º ANO
Capítulo 12 - Reforma e Contra-reforma.


TÓPICOS IMPORTANTES PARA ESTUDO.
  1.  

8º ANO

TÓPICOS IMPORTANTES PARA ESTUDO.
  1.  


9º ANO
Capítulo 11 - A crise da República Velha e o primeiro governo de Vargas.

TÓPICOS IMPORTANTES PARA ESTUDO.
  1.  

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Natal

Quero neste Natal
Desejar não somente que tenha muitas felicidades neste dia
Mas sim que Milagres te dominam,
E te faça perceber que Natal
Não está somente na virada do dia 24 de Dezembro para o dia 25,
Mas está em todos os dias do ano.
Nesta virada está apenas a concretização de todos os desejos
Feitos durante todo o ano que se passou.
A noite de Natal é fantástica
A cidade fica toda iluminada,
As pessoas sorridentes,
E em instante tudo fica em paz...
O Milagre do Natal
Está no nascimento de nosso salvador
Jesus Cristo,
Ele com toda certeza não deseja um único instante de paz,
Mas deseja que todos tenham um milagre dentro de si.
O céu se ilumina,
Em homenagem a este dia tão sagrado entre todas as famílias.
Os pedidos são de prosperidade, paz e amor...
Mas se Natal é todos os dias do ano,
Por que então deixar para desejar felicidades
Somente em um único dia destes 365???
O Milagre de Natal está no sorriso que no dia-a-dia
Encontramos nas pessoas andando nas ruas,
Nas crianças brincando,
Enfim
O Milagre Natalino está no desejo de cada um de ser feliz.
Pois Milagres existem sim,
Principalmente com tamanha benção de Deus,
Muitas Glórias, Conquistas e Emoções podem ser desejadas
Pois o Natal do dia 25 está chegando,
Faça seus desejos e acredite em todos eles,
Pois estão prestes a se concretizar nesta noite especial...
FELIZ NATAL A TODOS AMIGOS, ALUNOS, COLEGAS DE TRABALHO E FAMILIARES!!!
E MUITA PROSPERIDADE NESTE DIA
E EM TODOS OS DIAS DO ANO
QUE ESTÁ PRESTES A NASCER!!!

Profº Udison Brito Oliveira

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

ALUNOS FAZEM AULA DE HISTÓRIA, GEOGRAFIA E CIÊNCIAS EM VILA VELHA E VITÓRIA


Promover junto aos alunos o gosto pelo conhecimento e torná-los cidadãos autonomos e consciêntes. Esse é o objetivo da Escola Municipal de Ensino Fundamental “Stanislaw Zucoloto”, que no dia 25 de novembro, embarcou 41 dos seus alunos para para uma aula de campo em Vila Velha e Vitória. Um passeio? Não. Uma viagem cultural.
Sair das quatro paredes da escola só foi possível por meio do projeto “Ampliando Saberes”, desenvolvido pelos professores de História, Udison Brito, Marlúcia Lima de Ciências, Arilso Teixeira de Geografia, juntamente com a Equipe Gestora da unidade. Um dos objetivos do projeto é ampliar o conhecimento dos estudantes sobre a cultura e e desenvolver o gosto pela ciência e tecnologia.
.....................
 Durante o dia visitaram o Convento da Penha, Chocolates Garoto, Planetário de Vitória, Escola da Ciência Física e Shopping.

Para os alunos que não possuem as Fichas Avaliativas a serem preenchidas, segue abaixo os links para que você possa fazer download. Vale lembrar que as fichas serão recolhidas no dia 08 de dezembro, impreterivelmente.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Jornal Stanislaw

Edição nº 5 do Jornal Stanislaw. Como divulgação do Projeto Reciclar e Integrar.
Edição de nº 5 do Jornal Stanislaw - de 14 de outubro de 2010.

Leia e se informe.
Aproveite para acessar o blog da escola:
emef-stanislaw.blgospot.com

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Ganhe dinheiro na INTERNET


Saiba como ganhar dinheiro na Internet:
1º – Cadastre-se no Pag Seguro:  https://pagseguro.uol.com.br/
Lembrando que no ínicio você deve colocar sua conta como Pessoal e não precisa informar seu CPF no Cadastro.
2º - Após cadastrar no PagSeguro, você deverá cadastrar em um outro site, sendo: http://gynbux.com/?r=udisbritto. Após cadastrar-se clic Ver Anúncios e clica em algum, espera encerrar 45 segundos e faça esse mesmo procedimento com todos os anúncios, até que todos estejam assinalados com cor marrom.
Para que o anúncio clicado por você seja válido na contagem na sua Conta, é preciso que espere os 45 segundos.
Cada anúncio clicado você ganha R$ 0,35 e para saber o quanto tem na sua conta, clique em Minha Conta.
Caso você acumular R$ 250,00 você deverá ir novamente ao PagSeguro, fazer login, ir em Transferências e após em Saques.
Preencher o formulário pedido em Saques e após 3 dias receber sua  ”grana”.
4º - Com 29 anúncios clicados, você terá no fim do dia: R$ 10,15.
Ou seja, você terá essa quantia todos os dias caso clique nos anúncios pedidos, pois na maioria das vezes são 29 anúncios que você deve clicar todos os dias.
5º - Você só recebe o seu dinheiro, caso estiver acumulado R$ 250,00 ou mais em sua conta.
Eu, Udison Brito, conheci esse site de anúncios através de amigos que receberam a sua quantia em dinheiro por clicarem nos anúncios e pesquisando melhor, vi realmente que ele é verdadeiro.
Pode confiar, pois aqui no meu computador não foi encontrado vírus por conta desse site.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Aquário do Blog HQ

MENSAGENS

TV Novo Tempo